Como amantes del Arte en todas sus manifestaciones reivindicamos el pleno respeto por las libertades individuales, pues somos conscientes de que sólo sin censuras y temores de ninguna naturaleza el Arte se expresa plenamente. Sin ataduras, sin atajos, sin sombras que oblicuamente se metan en sus intersticios, el Arte alcanza su ideal de belleza al promover el conocimiento, la diversidad, las contradicciones, entre otras características propias de la vida del hombre en sociedad.

miércoles, 12 de junio de 2013

Presentación de "En el reino de la alegoría" en el Teatro Colón

Presentación del CD del compositor argentino Luis Mucillo

En el reino de la alegoría

  
Con la participación de Miguel Galperin, Bernardo Nante, Pablo Gianera y el propio compositor.


Actuarán los cantantes Virginia Correa Dupuy, Victor Torres y Susana Caligaris, acompañados al piano por Luis Mucillo.


Viernes 14 de junio, a las 20.30, en el Centro de experimentación del Teatro Colón, Viamonte 1185
  
Entada libre y gratuita
  
 Gracias por difundir

Luis Mucillo
54 11 4771 7960
luismucillo@fibertel.com.ar

martes, 11 de junio de 2013

Casting Argentina

Casting Argentina 
Del 11/06/2013 al 25/06/2013 
Actores tipo africanos para teatro 
Teatro / Comedia |Remuneración : Prevista | Gastos pagados : No 
Para importante producción del Teatro Colón, a realizarse del 18 al 30 de Julio, 
buscamos hombres con los siguientes requisitos: 
- Hombres tipo africanos 
- De contextura atlética 
- Experiencia actoral 
Si estás interesado enviar datos completos con CV, fotos y enlace de su book/demo en casting.es al mail de contacto detallado. 

A Tribo da Arte





Diário e Bordo da CIA Teatral a Tribo da Arte

Desde do dia 1° de Fevereiro de 2003 a Companhia Teatral a Tribo da Arte existe como ato de intervenção social. Fora fundada oficialmente em 2006 (E como foi difícil fazer a papelada sem um tostão e menos conhecimento jurídico para).
A estréia em 31/05/2003 de A Tribo de Kerodon, primeiro espetáculo dirigido ao público jovem e adolescente da história comercial do teatro catarinense, no gérmen demonstrou o enfoque arrojado e engajado da Companhia, seguindo em cartaz em 2004 também. Totalizando 25 apresentações em 2003 e 4 em 2004.


2004: Saindo do casulo
Toda criança cresce, e ao crescer não cabe mais no berço.. Em
2004, um ano promissor, realizando 4 espetáculos diferentes em um total de 21 apresentações. Ressaltando a montagem de Mentiras Perigosas, como o maior espectáculo em número de atores desta companhia em uma montagem. No mesmo ano surge por acaso José Firmino do Ceará para o Mundo, baseado em uma esquete improvisada nos ónibus da capital catarinense. E para fechar o cardápido do ano La Casa Tihuana (versão Esquete) para brindar ao público da cidade e atender o Convite para integrar a programação de 150 anos do Theatro Adolpho Mello em São José - SC.
2005: Caminhando e cantando
Veio o 2005. Quando ocorreu uma ampliação da notoriedade e ousadia da Companhia com a montagem de Bacalhau Regado ao Vinho, texto escrito em 1997 e recusado a ser montado pelo Grupo anterior do diretor da Companhia, e que ficaria até 2007 em cartaz. A montagem de Navalha na Carne (1967), de Plínio Marcos, dá ao "público" de Florianópolis, se é que existe platéia formada para o foco teatral, a certeza de consolidar esta como uma das mais ousadas Companhias teatrais do estado. A se considerar que a cerca de 10 anos o autor marginal, não era montado ou mesmo encenado por atores, fossem daqui ou de fora, em solo Catarinense, no ámbito comercial. E para concluir o ano, por fim se estreou La Casa Tihuana (Longa Metragem), ficando 3 meses interruptos em cartaz, sem patrocínio, bem como todos os espectáculos da companhia até o dia de hoje.
2006: O Big-Bang
Em 2006 a Companhia faz sua primeira inserção fora do estado, após estréia em 2006 no CIC, todos os Domingos de Maio, marcadas pelo riso, a re-estréia dia 23 e 24 de Setembro do ano de 2006, No Theatro da UFSC, para nosso espectáculo Bacalhau Regado ao Viho, teve sua estréia nacional em São Paulo, no mês de Julho.
Apresentou-se Bacalhau Regado ao Vinho em São Paulo no dias 29 e 30 de JULHO, no TEATRO DO ATOR - Praça. Franklin Roosevelt, 172, Houveram duas funções, as 17:00 e 20:00h. o que consolidou-a ao grande público como a 1ª peça das Américas e península-Ibérica, e resto do universo, que dá garantia ao seu público de devolução de ingresso, com o mote: MÍNIMO DE 47 GARGALHADAS GARANTIDAS OU SEU INGRESSO DE VOLTA.
O relativo "sucesso" considerando-se a falta de patrocínio, fora devido também a um marketing mais agressivo, como o usado neste a partir dste ano: “Ingressos a Preços Extremamente Populares - Apenas R$ 40,00 (Mesmo Preço de Peças com Atores Globais)”. Antecipado R$ 10,00 (O Preço justo).
2007: A punhalada
E o fim do começo estava próximo. Estávamos por estrear A TRIBO DE KERODON, em comemoração aos 5 anos da companhia. O rotundo fracasso por decisão quase unânime dos ex-membros da companhia à época, que traçou uma estratégia de marketing a moldes de outras companhia foi a primeira punhalada. Esta que fez surgir o polémico e feroz espectáculo Juan & Marco.
Juan & Marco. Surgiu da inconformidade do director da companhia com o público e obviamente com a classe artística da cidade. A única consigna ao escrever esse texto fora "Tenho de fazer um texto, um espectáculo... Que as pessoas digam que ninguém tem a coragem nem mesmo a capacidade de fazê-lo em Florianópolis."
Resultado de 3 noites de insónia e ódio? Um espectáculo onde somente dois actores interpretam a um casal ao borde da separação, ambos compartilhando (cada um a sua forma) do complexo de Don Juan de Marco, desnudando-se a alma e seus conflitos depois do acto sexual em sua singela habitação.
Uma obra em que dois homens estão completamente apaixonados? A cena mais forte é a do início? É uma comédia romântica e psicológica? Os actores estão plenamente nus em 100% do espectáculo? E a obra não têm foco na nudez dos actores? Foi feita sem patrocínio e encheu na estréia feita no Teatro da UFSC? Vieram pessoas de Joinville assistir? Ainda no final os actores se vestiram e fizeram um debate com o público?
Todas as respostas estão correctas. Juan & Marco se projectou e teve aberto espaços para sua temporada fora do estado. Mas tudo isso seria lindo se não houvesse uma pedra no caminho. O boicote travestido de censura. Na ´´epoca haviam menos espaços que os poucos de hoje. Ao menos para as produções independentes. A muito custo a companhia conseguiu suas primeiras pautas no TAC. Para Juan & Marco, e para sua montagem da obra mestra de Ariano Suassuna, "O Santo e a Porca".
Eis que, seguno nota do colunista Raul Sartori, para o Jornal ANoticia de 08 de Agosto de 2007. "A direção do Teatro Álvaro de Carvalho, de Florianópolis, cancelou a temporada do espetáculo “Juan e Marco”, que estrearia hoje e seria apresentado nas demais quartas-feiras deste mês na mais antiga casa de espetáculos de Santa Catarina. O motivo alegado foi a peça conter cenas de nudez, embora sua divulgação alerte quanto a impropriedade para menores, atendendo classificação indicativa do Ministério da Justiça. Desconsolados por ora, os atores Marcelo Lalau e Nando Schweitzer, da companhia Tribo da Arte, de São José, vão encarar temporada em setembro em Curitiba (Teatro Saltimbancos), São Paulo (Teatro Plínio Marcos) e Porto Alegre (Teatro Cia da Arte). Sem censura."
A companhia A Tribo da Arte, ao fim da temporada nos 3 estados próximos se desfez. O director e autor de Juan & Marco, se auto propôs um exílio sócio-cultural, indo cursar jornalismo em Buenos Aires.
2013:
Um projecto de verão, para as férias do ex-actual-director da companhia, que estreou no dia 10 de Março de 2013, fez renascer o velho puma do sul.
Bacalhau Regado ao Vinho, foi ensaiado em menos de um mês e meio. A proposta era fazer uma montagem objectiva e contundente. Parte dos vários elencos anteriores se reuniu, misturando-se a novos actores vindo por convocatórias e testes de elenco, aposentados, etc...
Ao dia 20 de Janeiro se conforma o elenco actual para a montagem 2013 de Bacalhau Regado ao Vinho, estreando no Teatro da UBRO, ao posterior 10 de Março, e que se re-apresentará dias 06 e 07 de Abril nesse mesmo teatro. Obviamente com o "Míimo de 47 Gargalhadas Garantidas ou seu Ingresso de Volta'.
E estamos em fechamento de elenco para a nova versão de Mentiras Perigosas... Ainda há tempo? Comunique-se!
Contamos aqui um pouco de onde viemos... O resto é história ou presente... Ou futturo...
Diário de Bordo da Cia Teatral A Tribo da Arte.
Floripa-São Jose-anópolis, 26 e Março de 2013.

Taller de guión

TALLER DE GUIÓN
Dictado por Jorge Maestro
Se trata de un taller dónde a través de la práctica se irán aprendiendo y repasando los conceptos teóricos. Durante las 12 clases se escribirán escenas, se hablará sobre la estructura, se verán y se analizarán películas clásicas y modernas, así como se harán tareas de creatividad para poder finalizar el taller con diversos trabajos.
Especialmente enfocado en: directores, escritores, dramaturgos, guionistas, productores, actores, actrices, documentalistas, realizadores, creativos, publicitarios, entre otros profesionales, aunque por sus características didácticas puede ser útil para cualquier persona interesada en descubrir o insertarse en el mundo de la TV y el Cine, aunque no cuente con ninguna experiencia ni estudio previo.
El taller se dictará los días LUNES de 20:30 a 22:45 en el barrio de Palermo la sala "El Ojo Verde" Lavalleja 1076, comenzando el día 17 de Junio
Ante cualquier duda podés comunicarte al 15 3804 6189, VACANTES LIMITADAS

Saludos Cordiales, Jorge Maestro.

Taller de grabación, edición y mezcla


Desencuentro

Invitamos a colaborar con este interesante proyecto
permiso... necesitamos la ayuda de tus seguidores...

:)

ayudanos...
entrando en http://idea.me/proyectos/5491/desencuentro[laobra]
y dejando tu aporte a cambio de una recompensa
o publicando esto en tu biografía de facebook
o contándole a tus amigos sobre este proyecto
elegí la forma que quieras... sumate y ayudanos a hacer realidad este sueño


Nuevo proyecto: DESENCUENTRO -la obra-

Se trata de una obra de teatro-tango que desnuda la intimidad de una mujer que espera el encuentro con aquel que, para ella, puede ser el comienzo de un gran amor. Vos podes ser parte del proyecto y ayudarnos con el montaje de la obra!!! Sumate!!!

Recomendamos especialmente



viernes, 7 de junio de 2013

Importante concierto: Stabat Mater de Pergolesi

STABAT MATER  
G. B. PERGOLESI



MARTES 11, 18 Y 25 DE JUNIO – 21 HS.


Dirección General y Coreografía: Damián Malvacio.
Bailarines: Alejandro Alonso, Mauro Cacciatore, Matías González Gava, Damián Roezgas, Andrés Rosso, Joaquín Toloza, Sofía Sciaratta.

Dirección Musical: Andrés Gerszenzon.
Solistas del Coro y Orquesta de la UBA

Soprano: Cecilia Arroyo.

Alto: Damián Ramírez.

Concertino: Roberto Rutkauskas.



Diseño de Vestuario: Melisa Guerrero.
Fotografía y Diseño Gráfico: Ignacio García Lizziero.

Curso intensivo de Feng Shui

Nueva convocatoria 08 de Julio de 2013

El Feng Shui es la ciencia y el arte que estudia el comportamiento de la energía en la naturaleza y en los entornos que habitamos y que afectan al ser humano, para así transformarlos con el fin de proporcionar la armonía y el equilibrio que necesitamos para desarrollarnos plenamente en nuestras vidas.

En sólo 7 DÍAS este CURSO INTENSIVO te aporta los conocimientos necesarios para aplicar el Feng Shui en tu lugar de residencia y en el desarrollo de tu profesión, ofreciendo a tus clientes no sólo espacios estéticos, sino también entornos armónicos y SALUDABLES donde desarrollarse plenamente, alcanzando más fácilmente sus objetivos como:


  • Atraer trabajo, prosperidad y reconocimiento a los esfuerzos empleados.
  • Mejorar relaciones familiares, de amistad y de pareja.
  • Potenciar y/o recuperar la salud.
  • Mejorar la creatividad, la concentración y los resultados en los emprendimientos.
  • Clarificar el camino.


En este curso aprenderás:

  • ¿Qué es la energía?
  • Limpieza y protección energética de lugares y personas.
  • Radiestesia (detección de geopatías que afectan a nuestra salud).
  • Escuela de la forma: evaluación del entorno externo e interno.
  • Escuela de la brújula: método Ba-Gua, Ocho mansiones, Estrellas volantes.
  • Feng Shui en los jardines.
  • Feng Shui en los negocios y locales comerciales.


No dejes escapar la oportunidad de ofrecer a tus clientes un servicio cada vez más demandado que mejorará sus vidas indiscutiblemente.

Curso de 7 días de duración
en horario de 10:00 a 18:00 horas

Concierto de flauta en el Auditorio de Belgrano

El próximo viernes 7 de junio de 2013 la flautista Patricia Da Dalt, junto a la Orquesta Sinfónica Nacional dirigida por Luis Gorelik, interpretará el Concierto para Flauta (2011) de Luis Mucillo. El programa incluye además obras de Mario Lavista, John Tavener y Arvo Part, y se llevará a cabo en el Auditorio de Belgrano (Virrey Loreto y Cabildo) a las 20 hs. La entrada es libre, pero se ruega retirar las localidades a partir de las 10 de la mañana del viernes en el Auditorio.

jueves, 6 de junio de 2013

Festival Rojas Danza 2013

FESTIVAL 
ROJAS DANZA 2013



ENTRADA $ 20.
Podés adquirirlas anticipadamente en la Tesorería del Centro Cultural 
en el 4º piso de lunes a viernes de 9 a 20 hs.

Marcelo Delgado: Coronostro


Yvonne, princesa de Borgoña de Witold Gombrowicz

Yvonne, princesa de Borgoña
de Witold Gombrowicz

“Yvonne es una obra llena de humor, humor por momentos cruel y agresivo. Una pintura de esta juventud inconsciente, irresponsable y vital, de este mundo del adulto despreciado, corrompido pero también y como una suerte de puente para todas las situaciones de una especie de humor liberador”.
Jorge Lavelli


Sábado 8 de junio - 22:30 horas
CC Viejo Almacén El Obrero (13 esquina 71)

reservas: 4519497 (lun a vie de 15 a 18hs; sáb, de 15 a 20)


Dramaturgia: Witold Gombrowicz. Versión: Roberto Daniel Scheuer, Jorge Cesar Lavelli. Grupo Merdre. Dirección: Alejo Marschoff. Actúan: Clara Carzolio, Victor M. Espinosa, Diego Mendoza Peña, Estanislao Pedernera, Surai Bellusci, Julieta Acosta, Lucas Lopisi, Paola Cárdenas Olivo, Emiliano González. Producción ejecutiva: Manuela Lucía Suárez. Escenografía e iluminación: Romina Galeazzi. Vestuario: Romina Galeazzi, Elizabeth Díaz. Maquillaje: Ayelén Peralta, Virginia Jacquet. Diseño gráfico: Merdre. Musicalización y ruido: Merdre. Fotografía y video arte: María Eugenia Blanco (fnf). Música de video: Guillermo Detzel. Prensa: Carolina Sánchez Iturbe. Chef: Laura Therisod

martes, 4 de junio de 2013

Ciclo de Cine en la Universidad del Cine

ESA MISTERIOSA MEMORIA QUE ACTÚA: RETROSPECTIVA ALAIN RESNAIS

Miercóles 5 – 20.00 
Hiroshima mon amour (Hiroshima, mi amor, 1959, 90’)
1958 en Hiroshima. Una actriz francesa participa en el rodaje de una película sobre la paz y se enamora de un arquitecto japonés poco antes de volver a Francia. Pese al poco tiempo que le queda, la pareja aprende a descubrirse y a compartir los secretos de un doloroso pasado histórico.

Jueves 6 – 15.00
L’Année dernière à Marienbad (El año pasado en Marienbad, 1961, 94’)
En un pseudohotel lujoso, barroco y fantástico, un hombre acude a la cita que le había fijado una mujer un año antes. Pero ésta, alojada también en el hotel, no lo recuerda. El hombre intenta reconquistarla a través de un laberinto de mármoles y doraduras donde el tiempo parece haberse suspendido.

Miércoles 12 – 20.00
Muriel ou le Temps d’un retour (Muriel, 1963, 117’)
En Boulogne-sur-Mer, Hélène vive sola con su hijastro Bernard quien regresó hace poco de la Guerra de Argelia. Hélène recibe la visita de Alphonse, su primer amor, quien viaja acompañado por Françoise, una joven actriz. Los cuatro personajes van a revelar su insatisfacción existencial sobre el telón de fondo del trauma argelino.

Jueves 13 – 15.00
Stavisky… (1974, 120’)
Julio de 1933 en Francia. León Trotski desembarca discretamente en la ciudad de Cassis. El gobierno francés acaba de concederle asilo político. Paralelamente, Serge Alexandre, alias Stavisky, agita el mundo político y financiero parisino con sus múltiples negocios y despilfarrando millones.

Miércoles 19 – 20.00
Mon oncle d’Amérique (Mi tío de América, 1980, 125’)
Tres destinos se entrecruzan: el de un periodista, director de información de una cadena de radio, el de un hijo de agricultor reciclado en la industria textil, y el de una hija de obreros atraída por el teatro y la moda… bajo la mirada científica del profesor Henri Laborit.

Miércoles 26 – 20.00
Mélo (Melo, 1986, 112’)
Una noche de junio de 1920 en Montrouge, Romaine, esposa del músico de orquesta Pierre Belcroix, se deja fascinar por su invitado, el célebre violinista Marcel Blanc. El día siguiente, Romaine va a visitarle y se convierte en su amante, pese a los escrúpulos del violinista debido a su vieja amistad con Pierre.

Jueves 27 – 15.00
On connaît la chanson (Conocemos la canción, 1997, 120’)
En Paris, seis personajes son arrastrados en una especie de ronda amorosa y social, en la que se multiplican los malentendidos, lo que les enfrentará con su propia verdad. Los personajes expresan sus estados de ánimo a través de canciones de ayer y de hoy…

Ciclo de conciertos en Córdoba

FUNDACIÓN PRO ARTE DE CÓRDOBA
Ciclo de Conciertos de Abono - Temporada 2013
London Festival Orchestra
Robert Gibbs, Director
Mikhail Nemtsov, chelo 
Teatro del Libertador - Jueves 6 de Junio- 21:30 hs.


La Fundación Pro Arte Córdoba  presenta en  la continuidad de la Temporada 2013 del  Ciclo de Conciertos de Abono , una de las más prestigiosas orquestas de cámara del mundo. La London Festival Orchestra, creada por el maestro Ross Pople, tiene un merecido prestigio ganado en los escenarios  de todo el mundo y en su temporada de conciertos en el Royal Albert Hall de Londres.

J.C. Bach : Obertura  - Sinfonía Op.3  No.5
Holst: A Fugal Concierto para Flauta,  Oboe y Orquesta de cuerdas
Boccherini: Concierto para Cello en Si bemol mayor (Mikhail Nemtsov)
Mozart: Sinfonía No.40 en Sol menor, K550

Las entradas se encuentran a la venta en la boletería del Teatro y en Autoentrada, y  sus valores son: Platea $300, Cazuela $250, Tertulia $200, Paraíso $120, Palcos $1.100 y silla a Palco $275.-

lunes, 3 de junio de 2013

Rachmaninov por dos, por Gustavo Gabriel Otero

Rachmaninoff
Compartimos el comentario del señor Otero por estar de acuerdo con sus observaciones acerca del absurdo tratamiento visual de las óperas de Rachmaninoff (el resaltado en color amarillo es nuestro).

Mundoclasico.com 
31/05/2013

Rachmaninov por dos, por Gustavo Gabriel Otero 
La carrera internacional de las óperas de Sergei Rachmaninov es marginal. Sus tres óperas son escasamente representadas y las pocas funciones son ofrecidas en ciudades rusas o dentro del ámbito cultural eslavo. La más representada es Aleko (de 1893), le sigue Francesa da Rimini (de 1906) y es casi imposible encontrar funciones de El caballero avaro (también de 1906). 
El Teatro Colón ofreció, en carácter de estreno local, dos de las tres óperas del compositor ruso en un más que interesante programa que se concretó con una realización musical de excelencia 
y una faz visual controvertida.
imagen 
Aleko, basada en el poema Los gitanos de Pushkin, tiene su ambiente en un campamento nómada; Francesca de Rimini, una adaptación de parte del Canto V del Infierno, de la Commediade Dante Alighieri, transcurre en el averno. Así las dos obras tienen en común la infidelidad y el asesinato, por parte del marido engañado, de su esposa y el amante de turno.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera 'Aleko' de Rachmaninov. Teatro Colón, mayo de 2013.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera ‘Aleko’ de Rachmaninov. Teatro Colón de Buenos Aires, mayo de 2013.
© Teatro Colón, 2013

La puesta de Silviu Pircarete intentó llenar el espacio escénico de elementos comunes a las dos obras que las mismas no tienen. Así un ventilador de techo gigante que baja cuando Aleko asesina a los amantes reaparece en el infierno en Francesca -quizás para simular el viento que narra Dante o para refrescar a los condenados-, el Citroen usado en la primera escena de Alekovuelve en la última de Francesca, una insólita araña de caireles que en el campamento gitano nada significa es parte del palacio de los Malatesta, el hombre de los zancos y la enana en Aleko, en Francesca son una especie de autoridad eclesiástica, y hasta el oso del campamento gitano -que figura expresamente en el original de Pushkin que pudimos consultar en versión castellana del profesor Fulvio Franchi- aparece nuevamente en Francesca, sin demasiado sentido. 
El resto de los movimientos escénicos planteados por Purcarete lucieron anodinos y pueriles. Quizás el único hallazgo sea la recreación, en el infierno, del asesinato de Francesca y Paolo que es igual escénicamente al asesinato de Zemfira y el joven gitano por parte de Aleko.
La escenografía de Helmut Stürmer es una gran estructura metálica de color negro que deja ver pasarelas. En Aleko representa un interior donde los gitanos pertenecen a un circo ambulante. Lo esencial del galpón gitano persiste en el infierno de Paolo y Francesca y en el Palacio de los Malatesta. 
Responsable también del vestuario, Stürner, ideó trajes dispares, convencionales, y sin un anclaje temporal definido. Indudablemente pobre la iluminación de Henry Skelton.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera 'Francesca da Rimini' de Rachmaninov. Teatro Colón, mayo de 2013.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera ‘Francesca da Rimini’ de Rachmaninov. Teatro Colón de Buenos Aires, mayo de 2013.
© Teatro Colón, 2013

De una concepción escénica decididamente modesta, el punto más bajo fueron los movimientos coreográficos trazados por Karel Vanek. Anodinos en algún punto, limitados en otros, absurdos en general. 
De los trece números musicales de Aleko -obra de graduación de Rachmaninov a sus 19 años- los primeros siete son de pintura de ambiente con una música bonita pero intrascendente, que dura aproximadamente la mitad de la obra. Quizás lo mejor sean las danzas que fueron arruinadas por los pasos circenses de la coreografía. El drama cobra intensidad a partir del duettino entre Zemfira y su amante y desde allí hasta el final hay verdadera energía dramática y música atractiva, aunque las influencias de otros compositores son indudables.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera 'Aleko' de Rachmaninov. Teatro Colón, mayo de 2013.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera ‘Aleko’ de Rachmaninov. Teatro Colón de Buenos Aires, mayo de 2013.
© Teatro Colón, 2013

Las ocho escenas de Francesca da Rimini son, evidentemente, de mayor interés dramático y musical. El preludio coral es sobrecogedor -aunque los figurantes de negro con esqueletos en sus manos trataran de hacerlo risible-, el trabajo cromático y las densidades armónica evidencian el crecimiento notable del compositor entre su graduación en el Conservatorio y el año 1906, el extenso dúo amoroso entre los dos amantes señala el punto culminante de la obra y en la continuidad musical está bien estructurado el abrupto y violento desenlace final. 
La orquesta, dejando pasar algún acorde de bronces poco feliz, cumplió una labor loable, conducida por Ira Levin, quien supo llevar a buen puerto y con calidad ambas obras. Manejó muy bien los matices y el balance entre el foso y la escena. 
El Coro Estable tuvo una participación brillante que contribuyó a la excelencia musical de la noche.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera 'Francesca da Rimini' de Rachmaninov. Teatro Colón, mayo de 2013.
Vista general de la producción de Silviu Purcarete para la ópera ‘Francesca da Rimini’ de Rachmaninov. Teatro Colón de Buenos Aires, mayo de 2013.
© Teatro Colón, 2013

El veterano Sergei Leiferkus compuso dos maridos traicionados: Aleko y Lanceotto Malatesta. Con su línea de canto de gran nobleza, bello timbre e interesante musicalidad, dio vida a ambos personajes. 
Irina Oknina, objeto del deseo en ambas óperas como Zemfira y Francesca Malatesta, evidenció una voz homogénea, buen fraseo y volumen adecuado. Quizás con mejor prestación en la primera obra de la velada que en la segunda, de mayor dramatismo. 
Leonid Zakhozhaev fue un joven gitano -el amante de Zemfira- de voz poderosa y agudos certeros en Aleko y un correcto Dante en Francesca da Rimini. 
Maxim Kuzmin-Karavaev fue convincente como un viejo gitano primero y como el Espíritu de Virgilio después. Hugh Smith, un tanto exigido en el rol de Paolo Malatesta, cumplió con lo necesario. Mientras que Guadalupe Barrientos, la única argentina del elenco, tuvo destacable participación en su brevísimo papel de vieja gitana en Aleko. 
En suma: dos obras de estreno local sin audacias musicales, con altibajos escénicos y excelencia interpretativa.

domingo, 2 de junio de 2013

Canción de Cine: Homenaje a las canciones del cine argentino

“Una canción alojada en el alma de la memoria”. Éste es el punto de partida para recrear un sin fin de melodías 
y homenajear a nuestro cine nacional y sus canciones. Grandes artistas le han puesto letra, música y su voz 
a melodías que, con sólo iniciar un acorde, nos conectan con aquellas películas repletas de encantadores actores, 
actrices y realizadores que forjaron e hicieron nuestra historia del cine argentino. 
Los honramos con orgullo y con nuestro eterno agradecimiento.


CANCION DE CINE

HOMENAJE A LAS CANCIONES DEL CINE ARGENTINO

1933. 2013

 de Carlo Argento, Francisco Pesqueira y Ramiro Pettina.



Voz: Francisco Pesqueira

Piano y arreglos musicales: Ramiro Pettina



Diseño Gráfico: Patricio Azor

Fotos de retratos: Sann Suarez

Diseño de luces: Carlo Argento

Entrenadora Vocal: Alejandra Cánepa

Acondicionamiento escenográfico: Soledad Arabito

Operador de sonido y video: Anahí Frías

Operación de luces: Vilo

Supervisión técnica de sonido y video: Jose “Poty” Frías

Fotos: Silvina Macri

Prensa: Caro Alfonso



Multimedia: Nikolai Proaño

Producción Ejecutiva: Andrea Widerker

Dirección: Carlo Argento



Teatro El Búho. Tacuarí 215. Reservas 4342 0885

Domingos 19hs.--